terça-feira, 22 de maio de 2012

Resultado da promoção e erro de data

Eu sei, eu sei que disse que o resultado sairia no dia 09/05, mas não sei porquê jurava que tinha marcado para o dia 21/05, mil perdões gente, mesmo.
Mas vamos ao resultado.

Parabéns Janaína, você tem quatro dias para responder o e-mail que irei enviar ou haverá novo sorteio.
Mais uma vez desculpa gente.
Beijo da Jessi-esquecida.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Twelve - Vidas Sem Rumo

Direção:  Joel Schumacher 
Duração: 
90 Minutos 
Gênero: 
 Ação/ Drama

Sinopse: Spring Break, férias no Upper East Side de Manhattan. A elite dos estudantes de Nova York tem tempo livre e dinheiro para gastar. Twelve é a história de White Mike um fornecedor dos privilegiados. Enquanto sofre pela morte recente de sua mãe e luta com sua inabilidade para expressar seu amor por Molly (Emma Roberts), seu primo é brutalmente assassinado, seu melhor amigo é preso e tudo se liga em um final surpreendente.

Resenha:
Depois de perder todo o dinheiro da família gasto no fracassado tratamento contra o câncer de mama da mãe, Mike e seu pai se mudam para um velho apartamento. Mike nunca fumou sequer um cigarro, nunca se embebedou quem dirá usar qualquer outro tipo de droga, porém ao abandonar a escola passa a traficar para os antigos colegas, todos ricos, de famílias privilegiadas em busca de diversão. Mike passa então a ser conhecido como White Mike. As coisas começam a perder o rumo quando seu primo Charlie é assassinado pelo traficante fornecedor Lionel por causa de uma nova droga chamada Twelve. Nana, um colega de basquete presencia acidentalmente o crime e é morto em seguida. Hunter, melhor amigo de White Mike e Charlie, é acusado pela morte de Nana, por causa da briga dos dois na quadra horas antes do crime.
Tentarei explicar um pouco mais da história que é de certa forma complexa de ser contada dessa forma. Enquanto acompanhamos as cenas ao fundo temos a narração do ator Kiefer Sutherland nos passando informações sobre o personagem da vez. Como assim personagem da vez? Além de White Mike acompanhamos a vida de outros personagens como Chris, Jessica, Sara, Claude e Molly. Geralmente a narração transfere de personagem quando o atual que está em foco se cruza de alguma forma com outro e de White Mike, por exemplo, o narrador passa a narrar sobre Jessica que acabou de passar ao seu lado (deu para entender? rs). Molly é apaixonada por Mike desde criança e não sabe sobre sua outra vida que ele tenta a todo custo mantê-la longe.
Sara é a garota que todos os caras do colégio desejam e ela usa isso para ter o que deseja, inclusive sua festa de dezoito anos na casa de Chris.
Chris não gosta das pessoas do colégio, mas está sempre dando festas em sua casa para se enturmar. É irmão mais novo de Claude que acaba de fugir da reabilitação. Claude não é muito querido pelos próprios pais e tem inveja de Chris, também é completamente psicótico.
Jessica é a melhor aluna do colégio, mas começa a se perder ao provar twelve pela primeira vez.
Assisti o filme quase sem querer, simplesmente liguei a TV e vi o Chace Crawford. O único filme que tinha visto com ele até então foi O Pacto no qual nem teve uma grande aparição e acabei achando interessante a narração de fundo com a voz incrível do Kiefer Suntherland, quando dei por mim já estava concentrada nos acontecimentos. Outra coisa bem legal são os ambientes. Quando Mike está conseguindo a droga com Lionel (interpretado por 50 Cent) geralmente é uma imagem escura e pesada, já na parte rica e jovem são ambientes luxuosos e, no entanto, bagunçados, barulhentos e cheios de jovens alucinados. Nas cenas com a Jessica é tudo tão surreal que deu a sensação de que eu estava na mente chapada dela. A parte mais sóbria é quando Mike está com Molly (Emma Roberts) que é a única personagem fora desse mundo de riquinhos insanos.
Sabe aqueles filmes em que os personagens adolescentes parecem mais velhos (até porque geralmente os atores são mais velhos)? Nesse filme eles realmente parecem bem jovens, isso cria um contraste perfeito dos rostinhos inocentes de Sara e Jessica, por exemplo, e as personalidades que de inocentes não têm nada.
O final é mesmo surpreendente. O desenrolar do filme nos leva de forma muito natural e até mesmo calma para um final violento e chocante.
O elenco é ótimo, a maioria dos atores são pouco conhecidos, mas são todos muito bons. 
Dica: Vi esse filme na TV a cabo legendado, quando procurei na internet achei só o dublado com link disponível online, mas é um porcaria, a voz do narrador em português nem se compara com a do Kiefer. Se pegar na net faz um esforço atrás do legendado.



Beijos da Jessi.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Garota Replay Resenha


Resenha de Garota Replay:

Autora: Tammy Luciano
Editora: Novo Conceito Jovem

Sinopse: Thizi é uma garota do bem, apaixonada pela vida. Mas, após uma madrugada trágica, sente que tudo à sua volta desmorona. Descobre que Tadeu, seu namorado, beijou uma garota em uma noitada e quebrou o nariz de Tito, melhor amigo de Thizi, quando soube que ele fotografou a prova da traição. Na mesma noite, Tadeu dirigiu bêbado e causou grave acidente, que deixou o amigo Gabiru em coma. Em meio a tanta decepção, Thizi encontra uma Replay de si mesma, uma igual. Agora, não mais a única do planeta, ela se sente a pessoa mais solitária do mundo e precisa entender que só o amor tem o poder de provocar as melhores mudanças.

Crítica: O livro não me acrescentou em nada e eu acabei por desistindo de lê-lo. Uma decepção para falar a verdade, pois eu esperava muito mais de uma autora jornalista que até curso de roteiro nos EUA tem.
Achei que o livro é focado em um drama adolescente muito forte – eu sei que adolescente tem mania de fazer drama, mas a personagem principal age como se a vida dela estivesse acabada por meros problemas que não são nada se comparados aos problemas que as pessoas enfrentam. Ficar praticamente de luto por causa de uma traição? Me poupe, né? É melodramático demais o livro. E parece-me que a rede da Internet inteira está fofocando sobre o fato dela ser traída! Isso só aconteceria se a personagem fosse famosa. Ela é famosa? Não. É uma garota comum de faculdade, o máximo que ocorreria seria mandarem uma imagem de touro para ela no Facebook – não era o acontecimento do ano.
Além disso, me pareceu que o livro foi recheado de comparações bobas para preencher espaço. Minha mãe sempre me avisou para eu parar de ficar colocando frases idiotas de jovem, comparações e repetir os fatos como para encher linguiça. Se não tinha história era só não escrever e criar uma melhor. Ponto.
O clichê também fica em alta nesse livro, além do fato de ser um tanto confuso. Às vezes me dava ódio da personagem ao ficar falando do carinho que sentia pelo melhor amigo como se fosse o homem da vida dela, mas depois repetia a famosa frase: é apenas um amigo. Isso já está um tanto ultrapassado.
O livro inteiro Thizi só reclama da vida, reclama mais e mais um pouco. Não tem um objetivo de vida! Nem ao menos liga para os pais que ficam distantes dela a maior parte do tempo viajando de férias, só lembra que eles existem quando está com um “grande” problema. Para mim, se ela tivesse perdido o melhor amigo num atropelamento, mudado de cidade, quase entrado em coma teria sido um problema melhor do que uma traição.
Na minha opinião, a Editora Novo Conceito levou muito mais em consideração o fato da autora ser famosa do que a obra em si – não seria a primeira vez que uma editora faz isso.
Bom, é isso.
Beijos,
Cecília. 

terça-feira, 8 de maio de 2012

Livros Fora da Minha Estante

Por Cecília

Livros que eu estou lendo:

- Garota Replay - parceria da Novo Conceito 
- Percy Jackson e o Ladrão de Raios

Livros que estão parados:

- O livro de ouro da Mitologia
- Ame-se e Cure sua Vida

Então, o que acham desses livros? Qual é o melhor? Qual devo terminar primeiro? rs
Dêem suas opiniões. :)

terça-feira, 1 de maio de 2012

Conto: Pecar

Um conto feito por mim, Cecília Visconti. Não sei se está bom, mas espero que gostem. :)


Pecar.

Mais uma vez... 
Eu estava correndo para os braços que me eram fechados, não para aqueles que me desejavam com tanto fervor. Por mais que eu queira escolher em que braços ficar, acabo optando pelo seu - aquele pelo qual sonhei a vida inteira e me fora negado. Quem sabe seja por me agradarem mais, quiçá por ter sido rejeitado por suas mãos. A razão para seus braços serem tão convidativos está encravada dentro de mim, e eu ainda não sou capaz de conseguir explorar meus próprios sentimentos. 
Mais uma vez fui capaz de deixar elementos importantes da minha vida para trás, deixando inacabado aquilo que eu tanto ansiava ter um apropriado final. Restou nosso quebra cabeça montado pela metade, pois faltou-nos coragem para termina-lo. Sobressaiu-se o temor de que no término tudo desmoronasse com um simples sopro do vento.
O fim fora inevitável em nossas vidas, por mais clichê ou assustador que pudesse nos parecer.
Porém como eu já relatei, é novamente em você que eu me procuro. O corpo ao meu lado não consegue captar minha atenção; o resto da minha vida fora algo contado como uma meia verdade; o sentimento de abandono todas as manhãs ao abrir as pálpebras dos olhos e me deparar com alguém que não é você.
Eu corro, fujo, abandono, deixo todo o meu presente para trás – nas esquinas viradas às pressas e no caminho percorrido ofegante. 
Meu convite: a porta semiaberta. Você sabia ou esperava ansiosamente pelo meu retorno. Penso assim para que possa me desculpar pelo impulso que me acometeu nesse dia. Antigamente, minha volta seria nos tempos mais difíceis, hoje percorro essa trilha por qualquer motivo. Está virando um hábito, um vício, uma luxúria.
Você está solitária e estonteante como a primeira vez em que te vi. O rosto pálido, os olhos inquietos e aflitos, a boca crispada, o pé pendido ao lado da cama, em um gesto de tentativa de fuga. Você não conseguira recuperar-se dos tempos de “ouro” da sua vida. Ficara amarga, recolheu-se junto a tristeza e guardou o coração como um bem que fosse somente seu. Suas chances de amar alguém saíram pela porta junto a mim naquele fatídico dia.
Seu coração aberto fechou-se; seu corpo quente esfriou-se.
Encaro-a, fixamente, aguardando por um sinal de redenção. Você devolve-me um olhar de caráter acusatório. Ambos têm noção de que é errado – o Mundo sabe que é errado -, mas nos damos o luxo de cometermos esse insano pecado. Por ser um pecado de natureza íntima e tão irresistível, jurei a mim e ao meu bom Deus que aquele seria o único pecado que eu cometeria, para que pudesse repeti-lo tantas vezes fossem necessárias e queridas.
Seu gélido olhar desfaz-se aos poucos. Uma chama escondida revive fazendo seu rosto enrubescer, como o início do pôr do sol que costumávamos assistir. Beija-me ardentemente como se eu pudesse desaparecer.
 
Horas já se passaram e eu volto a deitar nos lençóis errados. Silenciosamente, dorme uma loura ao meu lado. Nas altas horas da noite eu retornei a minha casa e ela nem ao menos teve a ousadia de perguntar-me aonde fui. Dorme profundamente como um anjo, porém não possui o toque angelical que eu reconheço em você. Você era o anjo mais pecaminoso que eu tivera o prazer de conhecer e percebo cada vez mais o toque do inferno nas suas veias.
Sinto-me angustiado por não estar ao seu lado. Sento-me devagar, relembrando os momentos que há pouco me foram roubados.
Meu cérebro me avisa que minha cama já está ocupada, mas meu coração cisma em pensar que está vazia. Eu não fui capaz de cumprir a promessa de somente te pertencer. Sentia-me sujo, não por trair aquela que, teoricamente, eu pertencia. Mas por trair aquela por quem eu disse pertencer.
Erramos ao não lutarmos pelo o que queríamos. Fomos medrosos e não admitimos.

Encontro-te todos os dias durante o trabalho. Você está impecável com as roupas passadas, o cabelo arrumado e a mesma máscara que você usa para cobrir seu verdadeiro eu.
Eu sei que você estará lá, e que em vários momentos nos encontraríamos para sussurrar palavras que não poderiam ser ditas em uma sala de trabalho.
Porém, naquele dia você me pegara desprevenido. Eu não acreditava que aquilo pudesse acontecer.
O anel em sua mão esquerda brilhava tanto quanto os seus olhos. Você arranjava outro alguém, alguém com quem verdadeiramente pudesse partilhar sua vida.

Não suportei ir ao seu casamento. Pela segunda vez eu te perdera e não possuía forças para sequer te encarar. Estávamos separados por nós mesmos.
Não tivemos um comportamento digno durante anos, não respeitamos ninguém, mas mesmo nos condenando eu não sabia como aguentar te ver nos braços de outra pessoa. Agora eu sabia como você se sentira.
 
Eu começara a sair mais tarde do trabalho com a esperança de que algo pudesse mudar ou voltar a ser como era. Se eu pelo menos pudesse voltar no tempo...
Você deveria estar em casa com sua nova família, quem sabe comemorando? A vinda de um filho ou seu novo amor com seu companheiro?
Foi quando a porta da minha sala foi sorrateiramente aberta. Não precisei erguer a cabeça para saber que era você.
Senti-me novo pelo que seria a última vez.
Quando consegui reunir coragem para erguer o rosto e encarar-te, eu entendi...
Você era o meu anjo pecaminoso.
Eu era seu diabo angelical.
Seria assim para sempre.
Nenhum de nós resistia a esse pecado.

domingo, 29 de abril de 2012

"Venda" sua opinião e ganhe livros...?

Tudo bem que as pessoas tem a obrigação de ter a mesma opinião que eu sobre um livro, a própria Nina discorda de mim em alguns, mas tem hora que me pergunto se tal resenha que li na qual fora dito mil maravilhas sobre determinado livro foi simplesmente por ter um gosto diferente do meu ou se foi pelo fato de a editora/autor(a) ser parceira do blog. Tem resenhas que são visivelmente puxação de saco, repare que algumas vezes é perceptível que o blogueiro não gostou do livro, ele não possui argumentos convincentes e nem sequer sabe explicar os pontos positivos da trama. Geralmente a ladainha é algo como: O livro é perfeito, o fulano é um personagem incrível, o romance é lindo... Ok, mas é perfeito por quê? O que o personagem tem de tão especial? Eu respondo: Nada, o livro não é maravilhosamente perfeito.
Parece que os blogs literários perderam a função e o significado de antes. Não serei hipócrita, óbvio que recebo livros de editora parceira, porém não "vendo" minha opinião, o que está na resenha é o que penso. Inclusive já parei de receber livros de uma saga por não gostar dos dois primeiros, mas sinceramente: que se dane, até porque não faço questão de perder tempo com determinado livro quando há tantos outros do meu interesse. Pena que existam blogueiros que se importam mais com os livros ganhos que com seus leitores. Pena que há quem crie um blog pensando somente no que tem a ganhar e não pelo simples prazer de escrever, opinar e expôr sua visão (seja sobre livros, moda, filmes etc.). Pena que há quem "venda" seu blog.
Quando me deparo com uma resenha que fica criando mil elogios, mas sem explicação alguma já o excluo das possibilidades (tanto o livro quanto o blog). É bem verdade que existem dois tipo de resenhas difíceis de criar, pelo menos para mim: quando um livro é bom demais ou quando é ruim demais. Quando fiz a resenha do livro "A Guardiã da Minha Irmã" foi extremamente difícil colocar em palavras o mar de emoções que me foi proporcionada pela leitura. Existem livros que são tão bons que parece que milhares de palavras não chegarão aos pés do que realmente sentimos ao ler, porém SEMPRE há um porquê, sempre há uma explicação para ter sido tão bom. Com relação aos ruins é a mesma coisa só que ao contrário, é tão ruim que nem sei descrever de tão chato.
Outra forma de elogiar um livro ruim que aprendi a reconhecer é usar frases "clássicas": leitura leve e rápida, a leitura flui, os personagens são encantadores, fulana é chatinha, mas ainda assim te faz gostar dela, trama leve. Reparei que muitas resenhas que li de livros que já sabia serem ruins utilizam essas frases. O blogueiro deve ter uma lista de "O Que Escrever no Caso de Livros Ruins de Parceiros" e se procurar outras resenhas encontrará sempre quase o mesmo texto. Claro que tem que ser uma crítica construtiva, até porque os escritores lutaram para ter o trabalho publicado, falar que o livro é uma droga e ponto também não é legal nem útil, não é assim que as coisas funcionam, mas dar uma falsa opinião também não ajuda, principalmente os leitores que estão confiando na opinião de outro leitor que deveria escrever uma resenha sincera para que não gastemos nosso dinheiro e tempo com livros que não nos acrescentam com tantos outros que valeriam muito mais.

Beijo da Jessi.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Lançamento "O Sonho de Eva"